• Paula Teshima

A Jogada das Grandes Indústrias

Já falei num outro post sobre a teoria de que uma alimentação mais saudável está relacionada com as pessoas mais evoluídas... pois estas mudam sua constituição física devido à expansão de consciência, seu corpo não aguenta mais certos alimentos pesados, gordurosos, densos, adocicados... Mudar a dieta não é fácil, mas o que é mais difícil ainda, pelo menos para mim, não é escolher, comprar e colocar na mesa pratos diferentes, e sim saboreá-los. Tipo, sentir o prazer e a satisfação que sentia antes. Certamente, não será o mesmo porque a indústria alimentícia ingere ingredientes e condimentos específicos para atiçar e viciar nosso paladar. A concorrência é obrigado a fazer o mesmo para não ir à falência. Cria-se, então, alimentos super condimentados, com sabor intenso, super viciante, altamente lucrativos, porém, pouco nutritivos, pouco saudáveis. 


Os alimentos que nossos pais nos deram quando éramos crianças ficaram marcados no nosso cérebro, definindo os tipos de alimentos que mais gostamos. Na verdade, não gostamos do alimento em si, gostamos do tempero que é colocado. Não importa tanto a aparência e o formato da comida, mas se atiçar demais nosso paladar, certamente iremos querer mais. O que deixa seu estômago e cérebro satisfeitos, não é a quantidade de alimento ingerido, e sim, se ele possui os nutrientes e as vitaminas suficientes para satisfazer as necessidades do corpo. Caso contrário, continuará com fome, fome, fome... é o cérebro pedindo a ingestão daquilo que está faltando. Mas se sanduíches, salgados, doces, lanches de fast food ou que encontramos facilmente por aí não são altamente nutritivos, sentimos a necessidade de ingeri-los em grande quantidade. Aí que entra a jogada dessa indústria. Não estão nem aí se os alimentos que elas fazem vão nos fazer bem ou não, só estão interessados em vender e lucrar cada vez mais. 

Aliás, a indústria farmacêutica também entra na jogada - não nos informando ou nos alertando das consequências de comer certos alimentos tão inocentes... que todo mundo sempre comeu... que nem suspeitam do quão prejudicial é... e que podem, a longo prazo, contribuir com o surgimento de certas doenças do século, como, por exemplo, a epidemia de casos de diabetes. 

A indústria publicitária também não deixa de fazer parte disso... tantos anúncios, propagandas e ofertas irresistíveis que atingem o ponto mais fraco do ser humano: o lado emocional. Através de mensagens subliminares, hipnóticas... atingem o inconsciente de pessoas inocentes, desinformadas e altamente receptivas às informações... respondendo da forma que eles desejam com que elas se comportem, ajam e atuem no seu dia a dia. 


E a indústria de entretenimento, através de filmes, séries, novelas, desenhos animados... mostram/ensinam o padrão de como devemos nos comportar neste mundo - de forma vingativa, culpando o outro, roubando o outro, enganando o outro, chantageando o outro, ultrapassando o outro, se vitimizando, mentindo... e tais indústrias citadas anteriormente se aproveitam dessa exposição desenfreada para vender seus produtos, vender comportamentos, vender moda, vender formas de sentir, pensar, agir. 


Quem só assiste televisão se torna uma vítima dessa conspiração maluca que quer que você fracasse, fique muito doente, coma porcarias, torre seu dinheiro, fique pobre, reclame da vida, culpe o governo, seja como eles querem que você seja... com a finalidade única do que? De fazer você consumir o que eles produzem. Quem não entendeu isso ainda, e vive à mercê disso tudo, está terrivelmente fadado ao fracasso em todas as áreas da vida. 

Paula Teshima


São Paulo, 22 de agosto de 2019 

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