• Paula Teshima

Espantada com Tantas Coisas Boas que Acontecem...

Eu estava intrigada comigo mesmo em relação a tantos acontecimentos bons que tem me acontecido ultimamente, ou que eu tenho reparado. Ficava me perguntando, por que? O que eu fiz? Mereço tudo isso mesmo? Quem é esse ser espiritual, mentor, protetor… que eu percebo que está sempre ao meu lado me ajudando em diversas situações? Aí esses dias, diante de certos acontecimentos, me veio esse insight: obviamente, pode ser que eu mereça essas coisas boas por ter feito coisas boas em vidas passadas, mas também, nesta vida! Pelo fato de eu estar levando as dificuldades, problemas, desafios como um aprendizado, tentando me melhorar, e não apenas reclamar, se lamentar, se vitimizar, culpar os outros… 

Muitas das coisas boas que vem me acontecendo é devido as coisas que venho fazendo para me melhorar, que, consequentemente, ajuda também as pessoas ao meu redor, pessoas desconhecidas e a Terra. 


Não é de se espantar que essas coisas boas vem me acontecendo desde que comecei a estudar desenvolvimento pessoal e espiritualidade. Pois sei que a missão número um de todos é procurar se melhorar como pessoa, o resto é consequência. E isso venho fazendo muito, muito, muito! Não com segundas intenções, simplesmente porque eu amo! É realmente a minha paixão. Em relação a isso, estava refletindo, talvez é por isso que eu não ia bem na escola. Ou seja, eu não gostava de estudar as matérias escolares porque aquilo não era minha paixão. E fiz muito pouco durante minhas existências passadas. 


Olhando para trás, não é de se admirar que as matérias que eu gostava eram: física, química, biologia e inglês. Ou seja, as duas primeiras lidam com assuntos invisíveis a olho nú, e tudo que é invisível eu adoro (mas naquela época eu não sabia). Ficava encantada com esses estudos. E biologia (humana), a parte de entender como o corpo humano funciona para estar ciente e fazer o melhor possível para estar bem. O interessante é que não é porque eu gostava dessas matérias que eu tirava notas altas. Não! Eu gostava de entender as leis, os átomos, essas coisas invisíveis… achava demais saber que existem tantas coisas que interagimos, não sentimos, não percebemos, mas estão presentes. No entanto, eu tinha e tenho uma grande dificuldade em raciocinar, trabalhar com números e lidar com lógica, por isso que não ia tão bem assim. E inglês foi o meu amor a primeira vista. Acredito que a primeira vez que vi uma palavra em inglês foi no final dos desenhos animados quando apareciam escrito: “The end” lembro que eu fiquei louca em querer saber o que isso significava. Certamente, eu estudei muito inglês em vidas passadas ou vivi num país que fala a língua inglesa, porque a minha atração pela língua e pela cultura deles é enorme. E para comprovar ainda mais, meu nível de inglês e minha vida em geral deu um salto gigantesco quando decidi colocar em prática a ideia que recebi numa meditação.

Mas foi quando descobri o que eu realmente amo aprender que nunca mais parei de estudar. O meu foco principal sempre é no meu aprimoramento pessoal; o resto - atrair oportunidades boas, pessoas legais, ajudas de todo tipo, oportunidade para adquirir coisas que antes eram muito difíceis para mim, surpresas boas inesperadas, “sortes”, milagres… tudo isso são consequências. Paula Teshima


São Paulo, 18 de junho de 2018 

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