• Paula Teshima

Por que Precisamos Morrer?

A maioria dos seres vivos possui o ciclo de nascimento, crescimento e morte para que ocorra uma evolução. Absorvemos uma grande quantidade de informações e experiências ao longo da vida, mas chega uma hora que o nosso corpo físico não consegue mais funcionar adequadamente e, por fim, padece, principalmente, por diversas doenças. Ou seja, é preciso morrer para termos uma outra chance de nascer num corpo totalmente saudável, livre de crenças limitantes e pensamentos negativos para, então, cumprirmos a missão de evoluir. 

Quando morremos, o nosso corpo físico permanece na Terra, mas a alma que estava nesse corpo se desprende e volta a viver no plano espiritual. Portanto, todas as vivências, experiências e aprendizados, tanto positivas como negativas, são mantidos eternamente nesse espírito. E esse espírito, no seu devido tempo, irá voltar a encarnar como ser humano nesse planeta ou em outros mundos. 


O motivo de tantos problemas, frustrações, desafios e dificuldades presente na nossa vida diária é, justamente, para enfrentarmos essas questões mal resolvidas dentro de nós, aprendermos o caminho correto e, dessa forma, evoluirmos em todos os sentidos. Mas o que acontece, na realidade, é o contrário. As pessoas não entendem e não aceitam que aquele problema, aquela raiva ou aquela demissão aconteceu para que elas saiam do caminho errado, melhorem a sua saúde física e emocional, e sigam na direção que a sua alma pede. 

Muitas pessoas não sabem que tem o dever de curar suas emoções inferiores. Esse é um dos propósitos de todos os seres humanos. E o que, normalmente, elas acreditam é que tem a missão de trabalhar para alguém, criar uma família, fazer uma faculdade… Isso são missões secundárias e não obrigatórias. É preciso seguir a intuição, descobrir os talentos e fazer um trabalho que realmente ame. Daí, o propósito pela qual cada um veio à Terra será cumprido. 

Todos os reinos inferiores ao nosso – reino mineral, vegetal e animal, estão num grau evolutivo maior que o nosso, se compararmos em relação ao reino deles. Como eles estão presentes na Terra por muito mais tempo que o nosso reino, é natural que eles estejam bem mais evoluídos (para o reino deles). Podemos comprovar isso pelo fato de observamos que, ao podarmos uma planta, depois de um tempo, ela se regenera e continua a viver. Mas se cortarmos o braço de um ser humano, não nascerá outro braço no lugar. 

Existem alguns tipos de animais e vegetais que possuem a capacidade de auto regeneração. Por exemplo, Turritopsis Dohrnii, é uma espécie de água viva que tem uma fórmula de longevidade muito curiosa. Quando chega a maturidade, ao invés de continuar envelhecendo, ela rebobina a fita e volta ao estágio inicial. E nesse vai e volta, ela pode viver eternamente. Isso quando ela não acaba morrendo de doenças diversas. Ou então, uma planta chamada King Clone se duplica progressivamente e se torna uma planta milenar. Caso não seja atingida por fatores externos, ela pode ultrapassar 10 mil anos de vida! 

Acredito que o ser humano só irá descobrir ou autodesenvolver uma fórmula para a imortalidade quando não precisarmos mais ficar reencarnando várias e várias vezes. Ou seja, o ser humano estará numa fase tão evoluída como, por exemplo, Buda, Jesus, Khrisna e tantos outros grandes mestres da humanidade que já passaram por aqui e que agora estão vivendo eternamente.

Paula Teshima

São Paulo, 21 de maio de 2016 

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