• Paula Teshima

Quando as Coisas Não São Como Eram Antes

Quando certas coisas

Não são mais como eram antes

Precisamos aceitar

A nova realidade que foi criada

Por nós mesmos

Diante de nossas ações

Conscientes ou inconscientes

É preciso aprender a aceitar

Aquilo que nós mesmos definimos

Aquilo que precisamos transformar

Aquilo que nossa alma pede

E cumprir nosso propósito existencial


A verdade pode ser dura e difícil

De viver e aceitar

Mas tudo tem o seu tempo

De fazer as mudanças

Abra seus olhos

Viva aquilo que é necessário

Não fuja, não ignore

Enfrente o que precisa

Você nasceu para isso

Observe as profundezas no abismo

Uma hora é calma

Outra hora é agitada

Sempre poderás encontrar a luz

A saída pode estar logo ali

Não esconda suas sombras

Relaxe e encontrarás

A beleza no meio da escuridão 

A beleza da sua própria alma

A beleza do seu Deus interior


Você não está guerreando contra alguém 

Seu inimigo é a sua própria mente

Não deixe as influências externas 

Contaminar a sua mente

Comandar a sua vida

Co-criar a sua realidade

Que não tem nada a ver contigo

E se perder na materialidade

Nessa ilusão que pode te enganar

De atingir os mais altos níveis


Aceite as oportunidades 

Que lhe são dadas todos os dias

Mesmo que você não perceba

O Universo sempre está a seu favor


Pode ser que a nova realidade

Seja totalmente diferente e estranha

É preciso lhe dar uma chance

Ter calma, paciência e perseverança 

Para se acostumar aos novos hábito.

Mas nunca se esqueça 

Tudo é para o seu bem

Se isso está acontecendo agora

É porque você está preparado

E certamente 

Pronto para vencer mais uma batalha

Que você mesmo se propôs 

Para se aprimorar, crescer, evoluir

E sair dessa vida mais leve, livre, solto

Para que no final 

Declare a si mesmo

Que foi o dono da própria vida

E cumpriu a sua missão.


Paula Teshima (Este poema foi escrito quando fui ao cinema assistir "Aquaman", mas não estava gostando nada desse filme. Minha mente começou a vaguear, começaram a vir umas ideias, fui anotando no celular. Havia, ainda, mais de uma hora de filme, não tinha nada o que fazer, apenas ouvir meus pensamentos e anotar. Os cenários e as falas dos personagens me davam ideias e direcionamentos do que escrever. Saíram este e outros poemas).


São Paulo, 22 de janeiro de 2019 

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